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Análise da concorrência é diagnóstico e não remédio

07/02/2017 às 11:35

Como parte de um planejamento estratégico de comunicação, é essencial fazer a análise da concorrência. Até porque um bom planejamento é aquele que leva em conta o ambiente onde a marca está inserida e não a enxerga de forma isolada no mercado. Ou seja, um planejamento tem que ser relativo.

Analisar a concorrência não é difícil. Basta identificar os principais concorrentes e estabelecer critérios de comparação e avaliação – tais como qualidade, preço, distribuição, apresentação, entre outros . Em seguida, deve-se atribuir notas para o seu produto/serviço e dos concorrentes. A partir desse quadro, é possível fazer três tipos de análise: 1) identificar a posição que o seu produto serviço se encontra diante dos concorrentes, 2) perceber os critérios que obtiveram melhor e pior desempenho, reforçando as ações que estão dando certo e corrigindo as que estão dando errado, 3) identificar e atacar os pontos fracos dos concorrentes, como oferecer um recurso que o seu produto/serviço não possui ou até mesmo ressaltar a falta de um deles no concorrente.

No entanto, a análise da concorrência precisa ser feita com cuidado. É muito comum após essa análise querer copiar ou seguir as mesmas ideias e ações do concorrente. Como já vimos também no post anterior, a melhor estratégia é ter uma estratégia própria e não fazer parte da estratégia de alguém. Portanto, a análise da concorrência deve servir como diagnóstico e não como remédio para os problemas de comunicação de uma marca.

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